Como o MFA da WatchGuard protege seu negócio contra ataques via RDP?

O protocolo RDP, sigla inglesa para Área de Trabalho Remota, é o caminho mais fácil para que cibercriminosos possam alcançar a rede corporativa da sua empresa e causar prejuízos à operação.

Infelizmente, as notícias não são boas quando o assunto envolve crimes cibernéticos, pois, de acordo com o relatório anual The State of Global Cyber Security 2025, o mundo conviveu no ano de 2024 com um crescimento de 44% nesse tipo de ação criminosa, quando comparado com o ano anterior.

Esses números foram apresentados a partir de um trabalho de pesquisa realizado pela empresa Check Point Research, a partir de uma visão global sobre o assunto. Apesar dessa realidade, é perfeitamente possível proteger o seu negócio contra os ataques cibernéticos, onde o MFA da WatchGuard se apresenta como uma excelente solução.

Neste artigo, apresentaremos detalhes a esse respeito, como os hackers exploram essa situação e o que fazer para reforçar a segurança corporativa. Continue a leitura e saiba mais a esse respeito.

O que é RDP e por que ele se tornou alvo de ataques cibernéticos?
O protocolo RDP é amplamente utilizado para acesso remoto a sistemas corporativos. Sendo essencial para a infraestrutura de TI, é através desse protocolo que os mais variados usuários podem ter acesso às informações corporativas da empresa, uma situação bastante comum que possibilita a interação entre o seu negócio e:

    • colaboradores,
    • clientes,
    • fornecedores,
    • parceiros de negócios, etc.

Trata-se, portanto, de uma ferramenta que viabiliza o acesso remoto, possibilitando também que a equipe de TI gerencie servidores, solucione problemas e forneça suporte aos usuários.

Apesar de todas as vantagens oferecidas pelo RDP, quando combinado com credenciais comprometidas, ele se torna um dos principais vetores de ataque, facilitando a invasão dos sistemas e o roubo de informações sensíveis.

Como os hackers exploram o RDP e as credenciais roubadas para invadir empresas?
Os hackers, a partir da captura de uma credencial (login e senha) de algum usuário autorizado a acessar o sistema corporativo da empresa, conseguem invadir a rede e sequestrar os dados desejados.

Mais do que isso, eles podem assumir o controle do sistema de forma rápida e sem que ninguém consiga perceber o que está acontecendo.
Isso ocorre com frequência, quando os criminosos percebem fragilidades no protocolo RDP, ou seja, quando não existe uma proteção de acesso.
Essas fragilidades são percebidas em função de situações como:

    • exposição da porta padrão que é facilmente escaneada pelos invasores,

    • acesso baseado em credenciais (nome do usuário e senha),

    • criptografia insuficiente.

Sem qualquer dúvida, esses são os alvos preferidos pelos hackers, portanto, é fundamental a atenção da empresa para essa situação.


A atuação do MFA da WatchGuard para impedir acessos não autorizados via RDP
MFA é a sigla para Multi-Factor Authentication, ou seja, Autenticação Multifator. A WatchGuard é uma plataforma projetada para garantir a aplicação do MFA nos protocolos RDP.

A autenticação multifator consiste na adição de uma camada extra de segurança, exigindo uma segunda forma de validação além da senha tradicional, que pode ser manual ou automática.

Isso significa que se criam barreiras de proteção, por isso a autenticação dos usuários precisa ser realizada em duas etapas, uma situação que impede a invasão por parte dos hackers.

A solução MFA da WatchGuard protege a rede corporativa não só com a autenticação em duas etapas, que assegura o acesso apenas a usuários autorizados, mas também através da integração com diversas plataformas e da sua fácil utilização.


Boas práticas para proteger o RDP e reforçar a segurança corporativa
Como se observa, a proteção ao RDP através do MFA da WatchGuard é uma excelente opção para evitar o ataque cibernético, porém, além disso, outras medidas podem ser tomadas, tais como:

    • Restrição de IPs para acesso: limitar os acessos apenas a endereços IPs autorizados reduz o risco de ataques.

    • Uso de VPNs: uma VPN (Rede Privada Virtual) pode ser útil, mas é importante lembrar que, assim como o RDP, uma VPN mal configurada pode ser vulnerável. Ambas as soluções podem explorar as mesmas falhas de segurança e, portanto, devem ser cuidadosamente gerenciadas.

    • Atualização constante dos sistemas: a atualização regular dos sistemas e softwares é essencial para corrigir falhas de segurança conhecidas e reduzir o risco de ataques.

    • Monitoramento de acessos: implementar monitoramento contínuo e alertas sobre tentativas de login e atividades suspeitas é fundamental para detectar e bloquear ações não autorizadas.
      
A vulnerabilidade das VPNs
Embora as VPNs sejam frequentemente adotadas para proteger as conexões remotas, é importante destacar que não estão imunes a falhas de segurança. Quando mal configuradas, as VPNs podem ser exploradas de forma semelhante ao RDP, oferecendo portas de entrada para cibercriminosos. De fato, hackers podem usar ataques direcionados para explorar a infraestrutura VPN da mesma forma que utilizam o RDP, tornando a gestão adequada das VPNs crucial para garantir a segurança.

É muito importante a implementação de soluções de segurança em camadas, onde de fato exista a possibilidade da confirmação da autenticidade da operação. Compreender que a segurança dos sistemas deixou de ser um diferencial para se transformar em uma necessidade, é um fator fundamental para quem está com a responsabilidade de garantir disponibilidade de acesso aos usuários, sejam eles locais ou remotos.

Portanto, vale a pena conhecer e conversar com os especialistas da iTbrasil, uma empresa especializada no assunto que garante tranquilidade, segurança e o sucesso das operações.

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